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Cancun... maravilhoso!

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Lisboa em 3 dias - Dia 3 (Caiscais e Sintra)

Data da viagem: 19 de Agosto de 2010, Quinta

Saímos bem cedo pois o dia seria longo. O plano era viajar até Sintra, seguir para Caiscais e ainda curtir a última noite em Lisboa. Foi o que fizemos!

Antes de começar o roteiro, fomos andando até o enorme Parque Eduardo VII, que fica no extremo norte da Avenida Liberdade, perto do hotel no qual estávamos hospedadas. Vale a pena conhecê-lo!


Parque Eduardo VII
(Esta foto é do CManuel)

Dali tomamos o metrô até a estação do Rossio onde há uma interligação para os comboios (trem). A viagem de trem até Sintra dura 45 minutos e custa 1,95 euros. Para maiores detalhes, consulte aqui.

Chegando em Sintra, nossa primeira surpresa foi o clima, pois não havíamos atentado que se tratava de uma região serrana e o frio estava mesmo de incomodar! Chato, né? Principalmente pra quem já estava com o biquine por baixo pra seguir para a praiana Caiscais...  Ficamos irritadas também com o atendimento no local, onde nos deparamos com uns portugueses bem menos simpáticos do que em Lisboa...

Pois bem, a principal atração de Sintra é o Palácio da Pena, e nosso objetivo maior na cidade era conhecê-lo. Logo, assim que chegamos, nos dirigimos ao guichê de informações turísticas dentro da própria estação de trens, onde a "moça" que nos atendeu, aconselhou que esperássemos um pouco mais antes de seguirmos até o palácio, pois não iríamos ver nada lá de cima devido à neblina que cobria toda a cidade.

Então, fica a primeira dica: não vá muito cedo para Sintra, pois a tendência é que a neblina se dissipe ao longo do dia. A segunda dica é: NUNCA chame ninguém de moço ou moça em Portugal! Significa serviçal, escravo, de um modo bem pejorativo mesmo...

Enquanto esperávamos, resolvemos dar uma caminhada pelo centro da cidade, onde logo avistamos a Câmara Municipal de Sintra, uma bela construção de 1908, em estilo neo-manuelino. A propósito, o site da Câmara é rico em informações turísticas, aconselho dar uma olhadinha caso pretenda fazer uma visita mais abrangente à cidade.

Câmara Municipal de Sintra
(Foto: Elisabete Silva)


Depois, pegamos o autocarro (ônibus) no.434,  que leva ao Castelo da Pena. O Castelo situa-se dentro do Parque da Pena, a 4 km do centro histórico (uma bela subida, sugiro pegar o ônibus mesmo!). Infelizmente, ao chegar lá em cima uma fila gigante e um baita nevoeiro nos esperavam, mas seguimos adiante. Já no parque,  pegamos um charmoso bondinho para (finalmente!) adentrar ao palácio. De fato o Castelo da Pena é muito bonito, não é à toa que é uma das sete maravilhas de Portugal. O nevoeiro nem atrapalhou tanto assim, mas um céu azul teria sido muito bem vindo... O horário de funcionamento é das 09:30h às 19h e a visita a todas as áreas do palácio, incluindo o parque, custa 12 euros. Há opções de visita somente ao parque e ainda horários onde a visitação custa um euro menos (das 09:30h às 11h). Mais informações no site cujo link segue acima.

Palácio Nacional da Pena (Infelizmente não contei com esse céu maravilhoso quando estive por lá...)
(http://pixdaus.com/pics/1231008681cMGYF5G.jpg)

Mais uma do Palácio da Pena
(Fonte aqui)

Curtimos o local, descansamos um pouquinho e voltamos para o centro de Sintra. Perto da estação ferroviária há um ponto de ônibus por onde passam os autocarros que vão para Caiscais (o trajeto Sintra-Caiscais dura cerca de 45 minutos).

Felizmente, um sol de rachar nos aguardava em Caiscais. Bela recepção, não? Adoramos! Uma passadinha no centro de informações turísticas, mapa na mão, seguimos à procura de um lugar pra almoçar. Escolhemos o Largo Luis de Camões, ali bem pertinho, repleto de restaurantes, um do lado do outro, nos convidando para comer em suas esplanadas.


Largo Luis de Camões
(Fonte da foto aqui)

Sentamos, comemos (comida!!!) com calma e fomos andar. Ficamos impressionadas com a beleza do local, tipo uma Búzios só que melhor! Ali bem pertinho estava a praia da Ribeira, onde logo nos fixamos. Tá, não era a praia mais linda do mundo, mas tava cheia e o sol nos chamava. O mais legal é que ficamos sabendo que teria show da Daniela Mercury à noite, e assim que chegamos a banda começou a passar o som. Delícia! Praia na Europa ao som de música brasileira! Nos sentimos em casa, minha irmã começou a dançar sozinha na areia, hehe! O povo olhava assustado, mas ela estava feliz demais pra se importar... No final alguns portugueses acabaram arriscando uns passos também, pura diversão! Enquanto isso expus minha figura na areia e matei saudade daquele calorzinho bom do sol! Nossa, há quanto tempo eu não fazia isso! Cantamos, dançamos, demos boas gargalhadas e saímos da praia de alma lavada.

Praia da Ribeira, Caiscais
(Foto daqui)

Depois continuamos o passeio pela graciosa Caiscais, não tínhamos um plano definido do que fazer na cidade, apenas seguimos caminhando admiradas pelos encantos da região, que é repleta de praças, igrejas, fortes... Caso queira montar um roteiro mais detalhado indico este site, com dicas e fotos bem interessantes.


Foz da Ribeira do Mocho - amei esse cantinho de Caiscais!
(Foto: Marcia Parassol)

Farol de Santa Marta
(Foto de MikyNapoli)

Demos uma passada rápida no Parque Marechal Carmona, onde conhecemos o mineiro Wesley, o guarda do parque que logo ficou nosso amigo e nos contou várias histórias sobre como é sair do Brasil pra viver e trabalhar em Portugal, como a qualidade de vida é superior por lá, e como são lindas a França e a Espanha! Infelizmente o parque já estava quase fechando, de modo que não pudemos explorá-lo, mas vi umas fotos do local na internet e fiquei encantada! Não deixe de visitá-lo e depois conte o que achou, viu? Maiores informações sobre o Parque Marechal Carmona podem ser encontradas neste site, inclusive com o horário de funcionamento, pra você não chegar lá tarde demais, como aconteceu conosco, rs.


Parque Marechal Carmona
(Foto deste site)


Seguimos flanando pela cidade até o anoitecer, quando nos rendemos a uma enorme barraca de churros! Foi amor à primeira vista, hehe! Depois de três churros gigantes, voltamos rolando pra estação de comboios rumo à Lisboa, rsrs. Assim terminou nossa agradável passagem por Caiscais, mas não necessariamente nosso dia. Como era a última noite em Portugal, resolvemos superar a exaustão habitual e curtir a balada lisboeta! Nos arrumamos e pegamos um taxi para as docas, local indicado por nossa amiga brasileira Kelly na noite anterior.

Nas docas há diversos restaurantes e boates, todos à beira do rio, bem bonitinho. Detalhe: Não se deve falar boate em Portugal, significa casa de prostituição... O nome lá é discoteca, ok? Uma curiosidade é que mulher não paga pra entrar nas discotecas, e como os estabelecimentos são uns do lado dos outros, dá pra entrar e sair várias vezes, de acordo com a música e o ambiente que mais agradar. Era uma quinta feira, mas os lugares não estavam muito cheios, não... Elegemos uns dois, onde em um deles tocava funk brasileiro, com direito à apresentação de dançarinas e tudo mais, rs.

Docas, Lisboa
(Foto linda do Leandro Pires)


Como estávamos com muita fome, acabamos fechando a noite no único restaurante aberto no local, já por volta de umas 3 da manhã... Comemos um belo sanduíche com batata frita e voltamos pro hotel, onde ainda tínhamos que arrumar tudo pra viajar no dia seguinte... Ufa!

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Lisboa em 3 dias - Dia 2

Data da viagem: 18 de Agosto de 2010, Quarta

Pegamos o metrô pro centro e fomos ao Elevador de Santa Justa, que fica na praça do Carmo ligando a zona baixa da cidade ao bairro alto. Mais que um meio de transporte, o elevador transformou-se em atrativo turístico. Inaugurado em 1902, é uma construção muito elegante, com 45 metros de altura e estrutura toda em ferro fundido.  O horário de funcionamento é das 07h às 23h, fechando uma hora antes no inverno. O bilhete que dá direito a 2 viagens custa 5 euros. Para maiores informações, consulte este site.


Elevador de Santa Justa
(Foto emprestada daqui)

Lá de cima, no mirador de Santa Justa, tem-se uma bela vista de Lisboa (váááárias fotos), além de um café charmozinho que tocava excelente música brasileira quando chegamos. Já na saída avistam-se as ruínas do Convento do Carmo, destruído no terremoto de 1755, e seu museu arqueológico (acabamos não entrando...). O horário de visitação é das 10h às 19h, de segunda a sábado, fechando uma hora mais cedo nos meses de outubro a maio.

Ruínas do Convento do Carmo
(Fonte da foto: clique aqui)


Continuamos nosso passeio a pé pelas ruas do bairro Chiado, com paradas obrigatórias como a Praça Luiz de Camões e a estátua homônima e o café "A Brasileira" com sua famosa estátua de Fernando Pessoa. Tudo devidamente registrado! O café "A Brasileira" fica na rua Garrett, 120, e seu horário de funcionamento é das 08h às 02h da manhã.

Praça Luis de Camões


Estátua Luis de Camões


Interior do Café "A Brasileira"


Estátua de Fernando Pessoa
(Foto: http://www.ezimut.com/pois/cafe-a-brasileira/attachment/digital-stillcamera)


De lá pegamos o elétrico 28, clássico bondinho lisboeta, amarelo por fora e com o interior todo de madeira. Para maiores informações sobre percursos, horários e tarifas, clique aqui.


Elétrico 28


Seguimos rumo ao bairro Alfama, descemos e fomos ao Miradouro de Santa Luzia, com sua ampla vista sobre a Alfama e o rio Tejo.

Miradouro de Santa Luzia


Depois de babar naquele visual, caminhamos até o famoso Castelo de S. Jorge. Amamos! De fato é tudo que tínhamos lido e ouvido falar! Simplesmente a melhor vista de Lisboa com um jardim delicioso! Ele fica na colina mais alta da capital e hoje só existem as ruínas de uma fortaleza fundada no séc.X e depois transformada em residência oficial dos reis portugueses. Lá nos permitimos uns momentos de relax e contemplação e muitos flashes, claro! O Castelo de São Jorge funciona das 09h às 18h de novembro a fevereiro e das 09h às 21h de março a outubro. A entrada custa 7 euros.





Visual a partir do Castelo de São Jorge
 
Fomos descendo a rua de pedras até chegar na Sé, erguida no século XII e reconstruída após diversos terremotos. Aberta de terça a sábado das 09h às 19h e nos demais dias das 09h às 17h, com entrada gratuita.

Sé Catedral

Depois voltamos (de novo no elétrico 28) pro centrão onde pegamos nosso super ônibus turístico. A próxima parada foi no Parque das Nações, onde velhos armazéns à beira-rio deram lugar a um bairro moderno, limpo, chique! Adoramos! É também no Parque das Nações, na Doca dos Olivais, que fica o famoso Oceanário de Lisboa. Seu horário de funcionamento é das 10h às 20h no verão e das 10h às 19h no inverno (lembrando que a última entrada ocorre uma hora antes do horário de encerramento, ok?). A entrada custa 12 euros, mas aconselho acessar o site para informações mais atuais e detalhadas.


Oceanário de Lisboa

Bem, quando chegamos na porta do Oceanário ele já estava quase fechando, então, após uma breve análise custo-benefício, resolvemos só tirar umas fotos do lado de fora e seguir o passeio (juramos que não contaríamos que só fomos na porta, mas...). Ainda bem que o bairro é lindo, curtimos um jardim delicioso, solzinho gostoso, passeio de teleférico, fotos e mais fotos, marina luxuosa, capuccino... enfim, tudo de bom! O passeio de teleférico custa 3,95 euros (percurso só de ida) e 6,05 euros (ida e volta). O horário de funcionamento é das 11h às 19h de segunda a sexta e das 10h às 20h nos finais de semana. Maiores informações sobre tudo o que você pode fazer no Parque das Nações encontram-se neste site.


Teleférico do Parque das Nações

Vista a partir da Marina do Parque das Nações



Saímos de lá quase às 9 da noite e, como os dias são muito longos no verão europeu, ainda estava claro! Pegamos nosso bus novamente e fomos até Campo Pequeno, a Praça dos Touros. Reaberta em 2006, é um dos locais mais badalados de Lisboa, além de ser linda, toda em tijolos vermelho escuro.


Campo Pequeno


De lá resolvemos voltar pra Belém, pois ficou faltando a clássica foto em frente à Torre de Belém, patrimônio mundial da Unesco e uma das sete maravilhas de Portugal! A Torre fica na Praça do Império e pode ser visitada das 10h às 17h de outubro a abril e das 10h às 18h de maio a setembro. Lembrando que segunda feira não abre, ok? Chegamos lá já eram quase onze da noite, estávamos exaustas, famintas... Haja disposição! Mas ainda assim, valeu a pena!


A exuberante Torre de Belém
(Foto linda deste blog)

Fomos passeando à beira do rio Tejo, onde há alguns restaurantes bem legais. Acabamos escolhendo o Nosolo Italia, especializado em pizzas e sorvetes, tudo o que a gente ama!! Na realidade estávamos em busca de uma comidinha, mas a essa altura a pizza desceu redonda! E a sobremesa então... nem se fala! Além disso, o restaurante é lindo, todo envidraçado, de frente para o Padrão dos Descobrimentos, pertinho do Mosteiro dos Jerônimos. E o mais legal foi conhecer a gerente Kelly, uma brasileira suuuper simpática que nos atendeu muito bem! Foi uma noite bastante agradável!

Em seguida, taxi para o hotel. Mortas de cansaço, dormimos o sono dos justos, hehe.

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Lisboa em 3 dias - Dia 1

Data da viagem: 17 de Agosto de 2010, Terça

Pegamos um comboio (trem) de Porto para Lisboa. O comboio é bastante confortável e a viagem dura três horas e meia. Você pode consultar os preços e maiores detalhes aqui.

Chegando na estação de comboios em Lisboa pegamos um taxi até o hotel, o Ibis Liberdade. Recomendo fortemente este hotel, padrão Ibis, confortável e sem grandes surpresas, você já sabe o que esperar. A localização é boa, pertinho da Av. Liberdade, no centro de Lisboa.

Já instaladas, fomos caminhando até o metrô rumo ao centrão (segue o site do metrô de Lisboa aqui). Chegando à Praça da Figueira, decidimos pegar o ônibus Hop on Hop off, uma vez que que não teríamos muito tempo na cidade (3 dias) e queríamos ter uma visão geral de tudo. Contratamos o serviço da empresa Carristur, responsável pelo sistema de transporte de Lisboa. O interessante é que ao comprar o bilhete você tem direito à descontos em diversas atrações da cidade e ainda anda de graça nos demais transportes públicos, bastante conveniente! Compramos o ticket válido por 48h, que inclui 3 diferentes rotas por toda Lisboa (informações atuais e detalhadas você encontra neste site). Como já estava no meio da tarde e estávamos cansadas, resolvemos fazer um reconhecimento do local lá de cima do bus (é bom que já dá pra ir pegando um solzinho, hehe). Ficamos encantadas com a beleza de Lisboa! É tudo diferente, limpo, imponente...

E por falar em imponente, decidimos finalmente descer do ônibus quando nos deparamos com o majestoso Mosteiro dos Jerônimos, que começou a ser construído em 1501 e é uma das Sete Maravilhas de Portugal. Ele fica em Belém, na bela praça do Império, onde há um jardim enorme, limpo, bem cuidado, repleto de chafarizes e estátuas. O mosteiro funciona das 10h às 17:30h de outubro a abril e fecha uma hora mais tarde de maio a setembro (lembrando que a última entrada permitida é meia hora antes do horário de fechamento).

Mosteiro dos Jerônimos

Praça do Império e Mosteiro dos Jerônimos ao fundo
   
Praça do Império


Muitas fotos depois, entramos na igreja do mosteiro e ficamos mais uma vez encantadas! A arquitetura é completamente diferente do que estávamos acostumadas a ver. Infelizmente quando descobrimos que também era possível visitar o claustro (a visita custava EUR 7), já estava fechado. Uma pena, pois pelas fotos que vi, o local é belíssimo! Dividam comigo registros e impressões de quando estiverem por lá...

Interior da igreja do Mosteiro dos Jerônimos


Logo ali bem perto está a famosa lojinha dos pastéis de Belém, super tradicional, funcionando desde 1837. É um verdadeiro ponto turístico, com direito a acompanhar o movimento da cozinha através de uma parede de vidro. A fila pra entrar é enorme! Por dentro ela é toda original, repleta de azulejos portugueses. Ah, e os pastéis são de fato uma delícia, servidos quentinhos! Minha irmã também provou o bolinho de bacalhau e aprovou!



Ainda na Praça do Império, demos uma passadinha no Centro Cultural de Belém, um dos maiores centros culturais da Europa.

Centro Cultural de Belém

Seguimos para o suntuoso Padrão dos Descobrimentos, que simboliza uma caravela acompanhada por navegadores portugueses e fica à beira do Rio Tejo. É enorme, tem 50 metros de altura! É possível subir até o topo, mas já estava fechado quando chegamos... O horário para visitação é das 10h às 19h de maio a setembro e das 10h às 18h de outubro a abril. A entrada custa 2,50 euros. A vista lá em cima deve ser incrível, não? (No site há informações diversas, inclusive de como chegar ao local, ok? O link segue lá em cima).

O famoso Padrão dos Descobrimentos

Nos permitimos então dar uma paradinha, sentar à margem do rio, contemplar o monumento e a maravilhosa paisagem. Foi delicioso e rendeu mais várias fotos! Depois disso, pegamos nosso ônibus e voltamos à bela Praça do Rossio, com o Teatro Nacional D. Maria II ao norte, a estátua de D. Pedro IV no centro, além de um chafariz deslumbrante.

Praça do Rossio com o Teatro Nacional D. Maria II ao fundo

Estátua D. Pedro IV

Chafariz da Praça do Rossio

Fomos caminhando pelas ruas do centro, passamos pelo Elevador de Santa Justa, todo iluminado já ao cair da tarde, continuando na direção da famosa rua Augusta, de onde contemplamos seu célebre Arco Triunfal. Passando por ele, chegamos na Praça do Comércio, uma das maiores da Europa, junto ao Tejo. A praça tem um charme especial à noite, pela iluminação que realça os monumentos e é muito comum na Europa. Destaque para a estátua de D. José I.

Elevador de Santa Justa

Arco Triunfal visto a partir da Praça do Comércio

Estátua D. José I


Depois de algumas fotos à beira do rio, jantamos numa esplanada na rua Augusta (esplanadas são mesas ao ar livre, muito comuns no verão). Pegamos o metrô até o hotel e, exaustas, fomos dormir.

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